2009-01-18

Alice...a deprimida... MUITO BOM!!!!

"...Acordei meio zonza pelo Lexotan ás 08:00.
E com vontade de ouvir Roberta Miranda.

Por que Meu Deus,por que?

Fiz esteira por 50 minutos...
sem música...Olhando o meu zelador cortar a grama...


Fiz a unha.Em casa.Começei a odiar a minha manicure ,
a Zuzu,uma mineira que fala demais.
Aliás,existe algum mineiro que não fale muito?

Fiz uma máscara de iogurte vencido.
Se o iogurte vence,a bactéria é mais poderosa,não é?
È sim!

Dormi a tarde toda..."


Esse e um trecho de "Diario de Alice....a deprimida...de Christian Pior"
do blog http://www4.virgula.com.br/blog/ovulando/ Muiiiito
comedia..!!!! Vale a pena conferir!!!

2009-01-17

Assim ate nos as normais.....



2009-01-16

ONCE - Perfect!!!


The Irish romance ONCE may be a musical, but it is miles
away from the traditional Hollywood idea of people bursting
into song. Glen Hansard (frontman for indie rock band The Frames)
plays the guy, a street musician who is playing for change when
he meets the girl (Marketa Irglova), an immigrant from the
Czech Republic. The pair immediately bond over their shared
love of music (he is a guitarist, and she plays the piano), and
the film chronicles their tentative relationship. Both are weighed
down by plenty of baggage: his songs are fueled by a painful
breakup, and she is a young mother who left her husband behind
in her native country. Like the independent favorite BEFORE SUNRISE,
ONCE is a simple, sweet drama that doesn't rely on an elaborate plot.
With its use of digital video and handheld cameras, ONCE matches its
spare visual style to its intimate mood. Each moment feels stolen from
real life, and the story is at once familiar and fresh. Driven more by
music than by dialogue, ONCE features a stirring soundtrack of heartfelt
indie rock sung by Hansard and Irglova. Before his foray into film,
director John Carney (ON THE EDGE) played bass in The Frames,
and his passion for music is clear in this modern musical that
hits every note perfectly. (http://www.rottentomatoes.com/m/once/)

2009-01-15


QUALIDADEPELOAMORDEDEUS......


"Eu queria alugar uma kombi com alto-falante,


dos homens que vendem pamonhas, que


poluem o nosso ambiente com o seu falar monocórdio.


Pois eu pegaria uma kombi dessas, colocaria algumas


músicas muito boas e diria de vez enquando no


alto-falante: "qualidade, qualidade, qualidade"."






[Cristina, personagem de
Efeito Urano - Fernanda Young]

2009-01-06






Hoje é dia do meu aniversário



Quisera eu reencontrar todos os meus amigos



Aqueles que passaram pela minha vida por um segundo



Mas também aqueles que conseguiram se eternizar.



Ou na vida Ou no coração.



Hoje é dia do meu aniversário



Quisera eu reencontrar o meu avo Dito



Que de presente me deixou a união eterna de uma familia brilhante.



Hoje é dia do meu aniversário



Quisera eu voltar a ser criança



Regastar a inocência de experimentar tudo:



Das relações aos riscos e



Resgatar a coragem de fazer, dizer e viver tudo que se tem vontade



Simplesmente por sentir vontade.



Hoje é dia do meu aniversário



Quisera eu voltar o tempo para ter nascido novamente,



Eu teria feito tudo de novo e teria a mesma família,



Os mesmos pais, os mesmos irmãos



Os mesmos amigos e



O mesmo filho:Joao Gabriel .



Hoje é dia do meu aniversário



Quisera eu ter mais dois braços para abraçar-me



E dizer: "Como vale a pena ser você".

2008-12-29

K.G Chesterton

Eu estou aqui tentando descrever certas grandiosas
emoções que não podem ser descritas. E a mais forte
emoção era que a vida era tão preciosa quão
enigmática. Era um êxtase, porque era uma aventura;
era uma aventura, porque era uma oportunidade.
A bondade dos contos de fadas não era afetada pelo
fato de que pudesse haver mais dragões do que princesas;
o que era bom era estar num conto de fadas. O teste de
toda a felicidade é a gratidão; e eu me sinto grato, embora
tenha certa dificuldade em saber a quem.


(...)


Havia então esses dois sentimentos primeiros, ambos
indefensáveis e indiscutíveis. O mundo era um espanto,
mas não era meramente espantoso; a existência era uma
surpresa, mas uma agradável surpresa. De fato, todas as
minhas opiniões primeiras eram expressas na forma de um
enigma que me martelava o cérebro desde a meninice. A pergunta era:
“Que disse a primeira rã?” E a resposta: “Senhor, como me
fizeste saltar!” Isto sucintamente diz tudo o que venho dizendo.
Deus fez a rã saltar; e a rã prefere saltar. Mas, uma vez que essas
coisas estão postas, entra em cena o segundo grande princípio da
filosofia das fadas.




Qualquer pessoa pode conhecer esse princípio; basta abrir e ler
os Contos de Fadas de Grimm, ou as belas coleções de Andrew Lang.
Pelo prazer do pedantismo, eu o chamarei Doutrina da Alegria
Condicional. Touchstone falou da muita virtude que há num “se”;
de acordo com a ética dos elfos, toda a virtude está num “se”.
A característica da linguagem das fadas é sempre esta:
“Tu poderás viver num palácio de ouro e safiras, se não
pronunciares a palavra ‘vaca’.” Ou: “Poderás viver feliz com
a filha do Rei, se não lhe mostrares uma cebola.” A promessa
subordina-se sempre a um veto. Todas as vertiginosas e
colossais coisas concedidas dependem de uma pequena
coisa recusada. Todas as fantásticas e assombrosas coisas
que nos são ofertadas dependem de uma coisa que nos é
proibida.



(...)



Num conto de fadas há uma incompreensível felicidade que
depende de uma incompreensível condição. Uma caixa é aberta,
e todos os males saem voando. Uma palavra é esquecida,
e cidades desaparecem. Uma lâmpada é acesa, e o amor voa
para longe. Uma flor é arrancada, e vidas humanas perecem.
Uma maçã é comida, e esvai-se a esperança em Deus.



(...)



Todas as princesas podem viver em casas de vidro,
desde que não atirem pedras. Esse leve resplendor
de vidro por toda a parte é a expressão do fato de que
a felicidade é radiante mas frágil, como essa substância
tão facilmente estraçalhada por uma criada ou por um
gato. E esse sentimento característico dos contos de fadas calou
fundo em mim e tornou-se o meu sentimento em relação ao mundo.
Eu sentia e sinto que a própria vida é brilhante como o diamante, e
quebradiça como uma vidraça; e, quando o céu era comparado a um
terrível cristal, posso lembrar-me de um sobressalto. Eu tinha medo
de que Deus derrubasse o cosmo com um estrondo.





Lembremo-nos porém de que ser quebrável não é o
mesmo que ser perecível. Golpeie um vidro, e ele não
durará um instante; não o toques simplesmente, e durará mil anos.
Assim era, parecia-me, a alegria humana, tanto no país das fadas
quanto na terra; a felicidade dependia de NÃO FAZER
ALGUMA COISA que em qualquer momento poderia ser
feita, e muitas vezes não era óbvio por que ela não deveria
ser feita. Ora, o ponto aqui é que para MIM isto não soava
injusto. Se o terceiro filho do moleiro dissesse à fada: “Explica-me
por que eu não posso ficar de cabeça para baixo no palácio encantado”,
ela poderia muito bem responder: “Bem, se vamos a isso, explica-me tu
o palácio encantado.” Se Cinderela diz: “Como se justifica que eu
tenha de sair do baile à meia-noite?”, a sua madrinha
poderá responder: “Como se justifica que possas estar la
ate meia noite?"Se eu deixo a um homem em testamento dez elefantes
falantes e cem cavalos alados, ele não poderá queixar-se caso as condições
participem da delicada excentricidade do presente. A um cavalo alado não
se olham os dentes. E parecia-me que a existência era em si mesma
um legado demasiado excêntrico para que eu me queixasse de
não compreender os limites da visão, quando afinal de contas não
compreendia a visão que eles limitavam. A moldura não era menos
estranha que o quadro. O veto podia ser tão fantástico quanto a visão; podia
ser tão surpreendente quanto o sol, tão esquivo quanto as águas, tão fantástico
e terrível quanto as mais altas árvores.



(...)



Pois o universo é uma jóia única, e, embora seja natural falar que
uma jóia é incomparável e inestimável, em relação a essa jóia isto
é literalmente verdadeiro. Este cosmo efetivamente não tem
comparação nem preço, pois não pode haver outro igual.





Em A Ética do País das Fadas.


2008-12-08

Marisa Monte

Só não te convido pra dançar
porque o assunto que eu quero contigo
é em particular.